Ataque ao poder local


O governo tomou posse com um programa que afirma ser integrante do acordo tripartidário  com a UE e o FMI, assumindo a troco dum empréstimo um conjunto de medidas que querem fazer crer que é consensual a toda a população portuguesa. Desconhecendo a maioria dos portugueses as alíneas desse acordo, tanto que a tradução  em português se é pública não foi suficientemente publicitada. Dentro do que foi publicitado fala-se a boca pequena de algumas medidas e fala-se para dentro sem que duma forma aberta se diga o que se pretende e uma das alíneas é a diminuição de municípios e juntas de freguesia, havendo já alguns que falem, mais moderados a falar em criar uma junção de municípios dependendo da sua densidade populacional, tamanho, produtividade ou interesse. Em Vizela, poucas vozes se têm levantado no sentido de compreender o futuro de Vizela nestas perspectivas e com certeza tal como no passado haverá partidos que face aos seus interesses partidários se silenciem ou tão pouco o discutam. Se de facto o partido do poder pretendem pagar a dívida e cumprir os acordos quais são os municípios a extinguir. Importa perguntar até que ponto Vizela possa estar inserida na mira desses acordos e as forças políticas do concelho, a câmara e o governo precisam de esclarecer com celeridade este ataque ao poder local.
As nossas autarquias têm uma importância cada vez maior na qualidade de vida de cada cidadão, tanto pela proximidade como pela capacidade em dar respostas céleres e eficazes às suas necessidades, em vertentes tão variadas como a manutenção dos espaços públicos, a intervenção social, a ocupação dos tempos livres de crianças e idosos ou as actividades desportivas e culturais.Esta medida pode ser um retrocesso e levar a  país muito centralizado, como era Portugal em 1974. É bom relembrar que, até então, os presidentes das câmaras municipais eram designados pelo ministro do Interior, sendo os titulares escolhidos entre as pessoas afectas ao regime. Até os planos de urbanização eram aprovados centralmente, o que conduzia à situação anómala de não haver praticamente documentos em vigor devidamente aprovados. As obras que se faziam eram decididas centralmente, desempenhando os autarcas funções de representação dos interesses municipais junto dos membros do Governo de quem pretendiam apoio material e patrocínio das suas ideias.
São directivas da União Europeia a evolução no sentido do robustecimento do papel das instâncias locais, ao contrário do acordo firmado que visa a redução de autarquias e a sua condensação. As lideranças europeias actualmente têm entendido a importância de se promover nos centros urbanos mais povoados e nas zonas rurais uma democracia de proximidade capaz de reforçar a influência dos cidadãos sobre o seu quotidiano e nas actividades comunitárias. Para uma harmonia social e económica e um consequente desenvolvimento económico e social, a ligação entre o que se faz e os meios mobilizados para o fazer tem de ser progressivamente mais directa. Isto quer dizer que o peso dos recursos financeiros municipais tem de ser cada vez mais ligado aos impostos locais decididos e explicados pelas autoridades locais e avaliados pelos destinatários locais. O papel do chamado Fundo de Equilíbrio Financeiro, que é um mecanismo de perequação, tem de se limitar a sê-lo de facto, dando atenção prioritária às autarquias locais que efectivamente sejam tão desprovidas que não se revelem capazes de gerar as receitas que os seus eleitos locais hão-de administrar sob o julgamento próximo dos destinatários, quer dizer dos munícipes, sendo deficitário e criando afastamento do poder do cidadão com as medidas acordadas, e afinal o poder mais próximo do cidadão é o poder local.
Não se pode evoluir nem com instituições mal desenhadas nem com procedimentos estáticos, e o poder local sofre um grande ataque desde o 25 Abril 1974. As nossas instituições locais estão razoavelmente desenhadas. Temos de acomodar no quadro existente uma evolução que ajude a melhorar, em permanência, o funcionamento democrático, a responsabilização dos eleitos e a participação dos eleitores (devendo estes saberem em que programa votam para poderem responsabilizar os políticos) e torna-se essencial a discussão frontal e séria. Silenciar ou ignorar os problemas potenciais pode trazê-los duma forma abrupta e envolta de fatalismo como foi exemplo o caso das termas em Vizela.

Pensem nisso

Gentes de Beira Serra

Celorico da Beira est ville et une municipalité, localisée dans la marge gauche du fleuve Mondego, située dans le district de Guarda et la région Centre: les principaux commerces de la villes sont : L'agro-pastorale, la sylviculture. 
Celorico da Beira è un comune portoghese di 8.875 abitanti situato nel distretto di Guarda. 
Celorico da Beira es una vila portuguesa pertenciente al Distrito da Guarda, região Centro y subregión de Beira Interior Norte 
Celorico da Beira  is a village and municipality in Portugal, the principal monument: Celorico da Beira Castle. Main town: Celorico da Beira, near the Mondego River.

Convido-vos a mais um "safari fotográfico" .por uma terra lusa onde há dias tão grandes que mais parecem um mês inteiro e outros que passam tão rápido que até custa a acreditar. Uma terra  rica pela simpatia e hospitalidade das suas gentes, da sua história e dos seus sabores entre monumentos pre-históricos testemunhos de anos da  história e das  histórias desta terra. Terra de lendas, bastião de defesa da nacionalidade em praticamente todas as invasões. Celorico da Beira está vincada nos diversos cercos de que foi alvo. O mais famoso dos quais ocorreu em 1245 donde se conta a célebre Lenda da Truta. Durante o cerco, quando tudo parecia perdido, eis que surgiu nos céus, sobre o castelo, uma águia com uma truta nas garras. A ave deixou cair o peixe dentro das muralhas facto esse aproveitado pelos habitantes que em vez da truta ter sido cozinhada e distribuída entre si, preferiram  confeccioná-la para ser oferecida aos invasores como  sinal de “abundância”, estes resignados levantaram cerco à vila. Terra de Sacadura Cabral que fez a primeira travessia aérea entre Lisboa e Rio de Janeiro, viagem aérea constituiu um marco importante na aviação mundial.
O concelho circundado de de bons pastos, a pastorícia sempre esteve presente, quer como modo de subsistência, quer como actividade tradicional importante. É claro que em terras de rebanho, o queijo é rei: Queijo da serra. Trata-se do queijo mais conhecido em Portugal. Já na Idade Média Gil Vicente se refere aos queijos produzidos na serra da Estrela. É um queijo curado, de pasta semi-mole, amanteigada, de cor branca ou ligeiramente amarelada, de consistência uniforme. As primeiras investigações sobre esse tipo de queijo ocorreram nos finais do século XIX. Mas celorico terra de lendas conta que o aparecimento do queijo se deveu  a um pastor, ao partir ao demanda de pastagens, deixara na sua caverna leite num odre. Dias depois, verificou surpreendido que, em vez de leite, saía dele um liquido de cor esverdeada. Abriu o odre e deparou com uma saborosa massa branca, levemente ácida, que veio a designar-se por coalhada e que bem depressa foi incluída na alimentação habitual daquele tempo.
Assim, para lá das iguarias que nos tentam, da  belezas dos campos que adivinham a Serra da Estrela no topo, Celorico é acima de tudo um concelho de gente humilde que é capaz de abrir as suas portas aos forasteiros, aqui vigiados pelo cume da serra da Estrela, vivem do que ela lhe oferece, porém esta gente beirã  à beira serra postou os olhos sempre no infinito, com partidas para terras que a emigraçao conheceu. Gente com quem tive o prazer de conviver no início da minha carreira profissional. Gente lutadora e sofredora capazes de serem felizes de viverem com muito pouco, porém imensos na sua alma são gigantes na forma de viver. Talvez por isso seja sempre bom voltar a estas terras, porque desenterram lembranças de felicidade. Aprendemos que é possível sermos felizes simplesmente pelo facto de estarmos vivendo...  entre as agruras da vida, os excessos dum clima agreste, o isolamento de anos agora violado por autoestradas que lhe rasgam as entranhas da terra,  esta gente consegue fazer os possíveis duma existência digna porque  nada pior na vida do que desejar o impossível e lamentar não ter feito o possível.
Pensem nisso



 

 















Quero ir à tua terra
Onde correm fios de água
Entre goivos e hortelã
Ensina-me a distinguir
O melro da cotovia
Nunca soube o que era ouvir
O galo a anunciar o dia
Tília trevo e açafrão
Erva pura pimentão
Louro salsa e cidreira
Urze brava e dormideira
Vou pedir para me levares
Ao teu mais secreto atalho
Para lá de hortas e pomares
Entre pólen e orvalho
Revela-me os teus segredos
As geleias e os licores
Quero contigo aprender
Cheiros ervas e flores
Tília trevo e açafrão
Erva pura pimentão
Louro salsa e cidreira
Urze brava e dormideira
Vai fiando a tua roca
De adágios e tecidos
Quero ouvir da tua boca
Os assombros mais antigos
Sou um pobre cidadão
Perdi o fio de mim
Um bichinho do betão
Que nunca viu o alecrim
Tília trevo e açafrão
Erva pura pimentão
Louro salsa e cidreira
Urze brava e dormideira


Rui Veloso













Invasão de extraterrestres a Portugal

Si los extraterrestres existen, pero ¿dónde están? Los alienígenas ya no son una utopía,  viven en Portugal. 
Si les extraterrestres existent, mais où sont-ils donc? Attention, les extraterrestres ne sont plus une utopie, ils vivent au Portugal. 
Se gli alieni esistono, ma dove sono?Gli alieni non sono più un'utopia, vivono in Portogallo. 
If aliens exist, but where are they? The UFOs & aliens are no longer a utopia, they live in Portugal


O país ajoelha-se perante o rescaldo eleitoral! Uns lambem as feridas da derrota, afirmando-se numa cegueira colectiva, insistindo em considerar-se um partido com corrente ideológica definida; outros que almejando uma vitória surpreendente tentam fazer do descontentamento dos resultados uma surpresa agradável; outros que considerando-se vencidos catam entre os seus quem os eleve na caminhada como quem busca um líder espiritual que ande sobre as águas turbulentas de quem tem que moral e eticamente de apoiar em acordos com os carrascos da sua derrota; estes últimos, vivendo num estado de graça bebem dela para enaltecer os prodígios da tecnocracia.
Assim uns procuram o socialismo que puseram na gaveta e outros triunfalmente avançam para um liberalismo desenfreado querendo privatizar tudo, já há quem afirme que a presidência da república será a primeira pois querem dar o exemplo desde o topo e assim poupar uns milhões. O curioso é que esta é uma das presidências mais dispendiosas de sempre mas com um presidente que clama sacrifícios permanentemente. Resta a fasquia dos constantes, que acreditam num modelo de sociedade assente em valores ideológicos mas incapazes de afirmar e credibilizar a sua mensagem em votos, que todos querem enterrar na “utilidade” fazendo-se valer dos argumentos mais demagógicos, como quem compara incomparáveis quase como quer buscar semelhanças entre a luz e as trevas.


O país escurece enquanto cai a noite, o horizonte negro promove o silêncio desenterrado dos medos do futuro, assustado o clima baralha-se e confunde-se por sentir o país perder a identidade. Os eclipses bíblicos e sangrentos atordoam o espectador mais incauto alterando a percepção que se tem da ameaça. Alguns assustados temem o fim do mundo, querem exorcizar as suas culpas e dissimulam a sua existência cabisbaixos rompendo o silêncio em silvos que dão para o lado. Outros ofuscados na glória clamam essa clareira como sua, há necessidade de compactar e promover a sua venda imediata pois capitalizar tal clarão projectará o país de novo na ribalta dos mercados: o fim da crise negando a crença do fim do mundo. A trama apocalíptica transfigura-se num devaneio iluminado num clarão laranja e”nobre”cido, que para tornar mais credível e verosímil chama do estrangeiro alguns dos melhores técnicos, sim porque as soluções que vêm do estrangeiro sempre resolveram o problema de Portugal. Houve alguns que recusaram de imediato principalmente porque o espectro da luz que lhe ofereciam não era surpreendentemente brilhante para examinar ou por não fazer parte do espectro da sua especialidade. Tementes a gente lusa fica desconfiada, sem fé, e nem com o aproveitamento da analogia das religiões de Deus à luz os convence, pois essa visita já tinha acontecido há alguns anos atrás a 13 de Maio.


Aguçados no saber há sempre quem queira ver para lá da luz (ainda há gente dessa no país!), e seguem-lhe o rasto que traceja em céus lusos, os meteoros impactam em todo o país abrindo crateras motivadas pelas Forças muito intensas (FMI), que provocam entre o povo momentos de delírio ou pânico, dependendo dos estragos dos choques ou das crenças religiosas, políticas, sociológicas de cada um levando a ninguém ter discernimento e todos os cenários serem possíveis.

O impensável acontece a FMI arrastada do exterior duma forma meteórica pela clareira de luz rosa e laranja com um fulcro azul não pode ser subjugada aos partidos políticos é pois uma infiltração alienígena no mundo e após várias ameaças aterrou em Portugal primeiro por ser um povo hospitaleiro, de brandos costumes, terem facilidade de falar línguas e não terem governo. Neste cenário, os invasores tipicamente assumem forma humana e podem se mover livremente através da sociedade, ao ponto de assumir posições de comando, aproveitando os residentes e descendentes do assassino de Viriato que se submetem à gradual transformação de humanos em alienígenas: "híbridos", sempre prontos para locais de gestão seja de recursos ou humanos. Cumpre-se o desígnio esboçado na imaginação do romance de H.G. Wells 'A Guerra dos Mundos'.


A Guerra dos Mundos acontece em Portugal e são estas investidas que fazem o país tremer, as escassas subidas e as permanentes descidas. Afirmando-se numa invasão potente e credível, necessita ser conduzida em colaboração de governos totalitários ou governos de vassalagem, pois os alienígenas são incapazes de suportar uma invasão em larga escala devido ao seu número reduzido e em vez disso, usam o choque de sua chegada para se disseminarem estrategicamente e trazem consigo desta vez armas capazes de aniquilar a solidez de qualquer sociedade através de munições de corrupção e mentira. A força alienígena, com forças tentaculares em todos os organismos do país, preparam uma plataforma de invasão, começando logo com a intenção e vontade de destruir o poder local nos locais onde aterraram. Os partidos renderam-se a esta diáspora imigratória alienígena o CDS/PP apenas deixou como exigência a necessidade de vistos de residência pelo ministro dos negócios estrangeiros onde conste uma recusa a apoios sociais e a garantia de uma cor da pele mais enquadrada ao meio, o PSD exige a alteração da banda cromática do clarão: avivar a laranja e ofuscar o rosa e permitir a privatização dos estragos provocados pela FMI dos meteoros, devendo os mesmos servir de matéria-prima á criação de médias empresas. O PS exige que os alienígenas transfigurados não enjoem em autocarros, saibam agitar bandeiras em comícios a troco de parcos almoços servidos de pé entre boys sentados (alguns actualmente assumem-se camaleões na intimidade), a CDU-PCP/PEV vermelha na sua colérica negação da existência de tais alienígenas dilui-se nas suas razões rejeitando todo o “sistema”, tal como o BE que já vai admitindo que os mesmos até possam ter as cores do arco-íris e está a preparar uma proposta para a oficialização de casamentos alienígenas/lusos e a possibilidade de adopção de alienígenas

É esta Guerra dos Mundos que os portugueses têm como fado no futuro, o difícil é saber se o hão de cantar ou chorar, o som de ambos vai ser muito igual confundindo-se com a realidade.

Pensem nisso

Algum verde no cinzento

The parks give the color of the cities and are centers of leisure, recreation and relaxation for people.
I parchi danno colore alla città  e sono centri di divertimento, svago e relax per le persone
Les parcs donnent aux villes la couleur, et sont centres de loisirs et de détente pour les gens.
Los parques dan el color de las ciudades y son centros de ocio, recreación y descanso para las personas
.
Quando o país vive afundado numa depressão e num risco iminente de recessão prolongada, a vida das pessoas torna-se mais cinzenta como se poluída estivesse , sem qualquer verde de esperança, com a capacidade anímica debilitada, mais vulnerável, talvez seja por isso que a antevisão do pós eleitoral seja uma imagem decadente em que o poder fica nas mãos dos mesmos: os responsáveis pela má conduta timoneira do país, alimentada pela falta de coragem da população em mudar. No concelho a necessidade de mostrar trabalho pode induzir uma vez mais a uma estagnação ou atitudes precipitadas na salvaguarda dos interesses do concelho como seja: a reabertura das termas. Provavelmente será, uma vez mais, um adiar para calar ou simplesmente uma solução temporária com morte anunciada a curto médio prazo. Um dos investimentos conseguidos pelo actual edil , apesar de haver muito a apontar e se muito se falou, foi a requalificação do parque e a sua ampliação à outra margem. A intensificação, o peso e o cinzento que a edificação urbana comportou tinha de  ser amenizada, suavizada, pintada de cor, pela implementação e distribuição ordenada de espaços verdes, dar vida ao que é inerte como forma de suavizar a rigidez das construções dos erros do passado.

A ideia de criar “pulmões verdes” nas cidades sobressai pela necessidade actual de manter pontes com a natureza no seu sentido mais estrito e o espaço rural envolvente. Esta é a lógica dos parques urbanos de hoje que assumem a sua importância pela integração crescente das políticas municipais de reorganização do tecido urbano. São espaços importantes para a conservação dos elementos da natureza em duas perspectivas: uma é a real, dado que os parques funcionam como “preventivos” de danos, outra é a potencial, uma vez que a manutenção desses elementos é importantes para amortecer ruídos, embelezar o ambiente, melhorar o microclima local e melhorar a qualidade do ar, entre outras; bem como desempenham um papel importante em termos sócio-culturais
A adesão da população à requalificação do parque é notória e isso tem um peso importante na economia regional porque fixa as pessoas mais na cidade. Pese embora o imediatismo exigido, Vizela deve procurar este equilíbrio nas suas políticas de urbanismo, promovendo soluções eficazes e implementáveis, valorizando os espaços verdes criando paisagens de maior cidadania e sustentabilidade e mesmo factores de desenvolvimento económico, não se concentrando apenas numa zona por ser um “caso” político. Talvez daí a importância na continuidade da despoluição e requalificação das margens do rio em todo o concelho duma forma progressiva e sustentável para este se tornar um pólo de desenvolvimento económico e social.
Pensem nisso

Ratolândia - Gatos no poder

Découvrez dans la vidéo des rats dans le pays qui choisissent de plus de trente ans les chats pour le pouvoir politique, qui ont détruit cette petite pays, mais ils insistent toujours sur l'élection des chats, on le  change simplemente  la couleur.

Check out the video of the rats in the country that elect more than thirty years for power cats
Mira en el video el país de las ratas en  que elige a más de treinta años  los gatos por el poder, que han destruido esta pequeña país, pero siguen insistiendo en la elección de los gatos, que acaba de cambiar el color.

Guarda il video dei topi nel paese che eleggono più di trenta anni per i gatti di potenza

Estamos perto das eleiçõers que condicionarão o futuro de Portugal, país onde todos se acham mais espertos que ratos  mas elegem há mais de trinta anos gatos para o poder, que têm aniquilado este pequeno povo, mas continuam os espertos ratos a insistir na eleição de gatos, apenas lhe mudam a cor, tal como no vídeo que ilustra a narrativa de Tommy C. Douglas.






Há sempre a possibilidade de alguns ratos  a esperarem pelo que o combóio do resultado eleitoral lhes traga, indiferentes aos resultados mas sempre contestatários de tudo e todos, esquecem-se que não há estações ferroviárias para esses passageiros e a sua postura para o combóio da política ilustra-se como a ilustre passageira da foto que aguarda pelo combóio das decisões dos votos dos outros.
Para os que já não acreditam em eleições, talvez seja melhor manterem-se em silêncio pois não vá a maioria decidir uma ditadura e sejam os primeiros ratos a ser eliminados.


Podem preconizar,  querer ou tentar suspender,ou desligar uma democracia, mas para a reiniciar é necessário muito sangue.

Pensem nisso enquanto ficam no comodismo de negar-se a um direito que a democracia permite: voto.

Sorriso ao amanhecer

Amore è il verbo più simile a vivere.
Aimer est le verbe le plus similaire à vivre 
To love is the verb most similar to live 
Amar es el verbo más parecido a vivir
 
Esmago o desejo entre os dedos,
afago o sentimento
absorto em todos os medos
na clarividência que almejo.
Vivo do som da tua voz
nas palavras que provejo.
Aprisionas-me o pensamento,
Morre o eu nasce o nós!

Espreguiço-me no teu cabelo
calcorreio o teu olhar
perco-me no teu sorriso
arrebatador e singelo.
No teu corpo a navegar
rumamos ao paraíso!

Desejo renascido
gera frenesim,
O teu corpo clama...
implora por mim,
a emoção inflama
em tom de gemido!

Abraçados num beijo
Os corpos,
lânguidos
húmidos,
apaixonados
semi-molhados,
escorrem desejo,
Amor ,
Suor,
Sente a volúpia ardente!
Sede de desejo,
que te planta gemidos no ventre
renasce a paixão pungente !

Ficamos envoltos,
enleados...
Neste mundo a sós
o sol vive entre nós...
Sorrimos ao amanhecer
Vestidos de luz,
despidos de pecados!...

António Veiga, in poemas completos

Aprender a conhecer o saber

Hay lugares que tienen su encanto peculiar, algo que a simple vista no observamos pero que sin embargo, cuando llegamos a casa y miramos las fotografías, nos hace recordar con nostalgia los momentos vividos, y es en ese momento cuando mostramos con deleite esas fotografías a los amigos, o las llevamos de salvapantallas en el ordenador durante un tiempo. Uno de esos lugares con encanto especial es Coimbra.Coimbra es una pequeña ciudad de 150.000 habitantes que contiene historia en todos sus muros. Fue una de las ciudades más antiguas de portugal, tuvo su esplendor en la época romana y presume de tener una de las universidades más antiguas del mundo. Fue capital de Portugal desde 1139 hasta 1256 y poco después, en 1290, fundó su anciana universidad que todavía es el centro de referencia de la localidad. En el barrio llamado cidade alta podemos visitar varias iglesias de interés histórico y callejuelas sobre una colina con vistas al río Modego.

Aujourd'hui je vous invite de vous promener à Coimbra, une ville importante du Portugal située au centre du pays et surplombant le fleuve Mondego. C’est à Coimbra que fut construite la première université portugaise, l'université de Coïmbre. Elle compte parmi les plus anciennes d'Europe avec la Sorbonne, Bologne, Oxford ou Salamanque, c'est pour ça qu'on appelle la ville universitaire du Portugal. Coïmbre fut le lieu de naissance des six premiers rois de Portugal et, en concurrence avec Guimarães, la capitale du Portugal avant la prise de Lisbonne. Il ya aussi la chanson Coimbra relève d'une tradition musicale particulière qui s'est épanouie dans la communauté universitaire de cette ville du centre du Portugal. Ses protagonistes: chanteurs, compositeurs, poètes et instrumentistes, sont des hommes, étudiants de université pour la plupart, ou bien diplômés et professeurs. Leurs concerts constituent un élément fondamental de la vie de étudiant et des rites universitaires. (vídeo)-  Jumelages avec les villes françaises de Poitiers, Aix en Provence

La città di Coimbra è famosa per la sua Università, fondata nel 1290, fra le prime in Europa. Ad oggi è il maggior centro universitario del paese ed ospita, oltre agli studenti del luogo, circa 20.000 studenti provenienti dalle altre città del Portogall. Gemellaggi con la città italiana Padova

Coimbra although it served as the nation's capital during the High Middle Ages, it is better-known for its university, the University of Coimbra, which, established in 1290, is one of the oldest in Europe and the oldest academic institution in the Portuguese-speaking world.

Hoje convido-vos a mais um "safari" fotográfico por uma cidade portuguesa muito antiga, Coimbra. Falar de Coimbra é falar de magia, conhecimento e dum conjunto de tradições que envolvem a cidade e forçosamente de quem a visita e de quem nela vive ou viveu.  Chega a ter saudades dela, quem nunca nela viveu.. Coimbra é uma cidade universitária e forçosamente uma cidade da cultura, conhecimento e saber. Cada vez mais as pessoas não têm tempo para pensar, embora cada vez tenham mais conhecimentos têm menos saber, pois limitam-no duma forma monotemática compartimentando e limitando a uma pequena parte.. Precisamos saber o que é o mínimo e o que está além dele. Contrariamente ao que hoje se faz crer para sabermos bem as coisas, é preciso sabermos os pormenores, e como estes são quase infinitos, os nossos conhecimentos são sempre superficiais e imperfeitos. Uma vez que não podemos ser universais e saber tudo quanto se pode saber acerca de tudo, é preciso saber-se um pouco de tudo, pois é muito melhor saber-se alguma coisa de tudo do que saber-se tudo apenas de uma coisa. O mínimo é o conhecimento que precisamos para viver. Isso inclui aquele necessário para desempenhar bem o trabalho, os estudos obrigatórios para se obter um diploma e conhecer as regras mínimas de convivência em sociedade (simplificando, seria a ética). Para além deste mínimo, temos conhecimentos em diversas áreas que podem ser cultivados: entretenimento, desportos, artes, tecnologia, política, religião, ciências, etc. Não há área mais ou menos louvável, mas no âmbito colectivo, podemos dizer que conhecer, por exemplo, sobre política seria essencial, haxer um espírito crítico para não aceitar de forma quase submissa as decisões políticas. Platão já dizia que nenhum cidadão estaria realmente a exercer a sua cidadania se não fizesse parte da política local. Actualmente o poder financeiro sobrepõem-se ao saber, e muitas vezes este último é subjugado ao primeiro,  levando a erros estratégicos como aconteceu com Portugal que ignorou todos os seus conhecimentos relativos ao mar e à agricultura e  se subjugou a troco de incentivos financeiros para virar as costas para a produtividade e investigação nessas áreas levando actualmente o país à situação que se encontra de quase absoluta dependência do exterior. O rei D. Dinis teve a visão futurista de consolidar o estudo universitário no país, trazendo cientistas da época para a Universidade de Coimbra e simultaneamente apostando na agricultura, no comércio externo e apostando nos conhecimentos da navegação do mar. A epopeia marítima dos portugueses começa assim muito antes dos reinados da segunda geração, pois todo o conhecimento e saber começou a ser preparado anteriormente, facto que hoje os políticos e decisores descuraram e cada vez mais se sujeitam ao poder económico e há vida, desenvolvimento para lá das imposições financeiras, pois a planura mental que é fomentada actualmente é a causa do descontentamento e vexames que o país actualmente vive, pois saber é compreender como é que a mais insignificante das coisas está ligada ao todo; nada existe por si só. A verdade é que Portugal é um país priveligiado pela costa e clima que tem, mesmo que não se queira tirar proveito disso ou se preocuparem com ela. A verdade é verdadeira, o facto é real, mesmo sem se preocuparem com ele: ele faz parte do nosso passado mas sobretudo é a nossa mais valia de futuro embora ignorada  e hipotecada no presente, pelo pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para venderem as embarcações, apoios estrategicamente endereçados a elementos ou a próximos deles, nos partidos de poder, elevados vencimentos nas classes superiores da administração pública, o tácito desinteresse da Justiça, frente àcorrupção galopante e um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança na riqueza, na Banca,na especulação, nos grandes negócios, desenvolvendo, em contrário, uma atenção especialmente persecutória junto população mais pobre. Contrariamente às apostas que foram feitas há muitos anos atrás em Coimbra no conhecimento  e saber actualmente a população está pior preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, há "chumbos de turmas inteiras, no secundário e universidade e o estado e as instituições mantêm o mesmo modelo e conduta, assume-se como culpa exclusiva dos alunos e as outras culpas repartem-se ao gosto de quem está na oposição ou no governo, fdicando os jovens comprometidos na sua  capacidade de decisão, muito condicionada à que  lhe é oferecida pelos órgãos de Comunicação. Evidentemente, alguns que de facto têm paixão pelo conhecimento e saber acabam por dar o "salto" para o exterior. Não há um único meio ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, “non gratas” pelo establishment, onde possam dar luz a novas ideias e à realidade do seu país, envolto no conveniente manto diáfano que apenas deixa ver os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia. A democracia praticada tem tendencia à bipolarização de dois partidos que se confundem e o sucesso muitas vezes está associado à filiação neles, selecção dos gestores, dos directores e dos cargos de relevo da vida nacional nas mais variadas vertentes  é feita exclusivamente por via partidária, não se promove o diálogo proclama-se um totalitarismo novo que são as maiorias absolutas, pois já ninguém sabe dialogar neste país, talvez seja por isso as más notas em Português pelos alunos, porque quanto a matemática já sabemos que os políticos não sabem fazer contas. A aposta feita na educação requeria mais rigor para uma formação mais adequada dos formandos e a criação do gosto pelo saber. Certamente, uma pessoa com uma vasta gama de conhecimentos é mais interessante em todos os círculos: profissional, pessoal, afectivo, etc. Além disso, pessoas com conhecimentos em diversas áreas tornam-se menos manipuláveis e mais influentes. Conhecimento é hoje um insumo essencial para a competitividade. A velocidade vertiginosa do avanço da tecnologia eliminou a possibilidade de inserção nos mercados internacionais das empresas que se limitam a copiar produtos.  Cada vez mais, somente aquelas capazes de criar ou agregar conhecimento ao que fazem conseguem vencer. A capacidade das nações para gerar conhecimento e aplicá-lo ao desenvolvimento depende de vários factores, como o número de pessoas com educação adequada para operar máquinas complexas, a quantidade de cientistas e engenheiros na população, quantos destes trabalham para empresas, o grau de difusão das tecnologias de informação.

Banhada pelo Rio Mondego,Coimbra uma pequena cidade com cerca 150.000 habitantes, uma das mais antigas de Portugal,  que espelha história en todos os seus muros, ao longo dela deu a mais valia da formação superior e também nela vingaram movimentos de ideias que pela solidez e diferença se imposeram nos tempos tendo como base da sua existência ao longo dos tempos: com os estudantes de  capas negras da sua Universidade como referência inultrapassável, desta surgem movimentos estudantis, de cariz quer político, quer cultural, quer social, assim as suas infraestruturas, organizações e empresas para além da sua importância histórica e privilegiada posição geográfica têm um papel essencial no centro da espinha dorsal do país. O safari fotográfico começa pelos campos bucólicos que circundam Coimbra subindo a cidade desde o Mondego até à Universidade terminando em três vídeos que dão voz à canção de Coimbra que nas vozes e na guitarra ilustram os sentimentos de quem viveu e sentiu Coimbra. Espero que este o passeio virtual dê uma ideia de Coimbra para os que não conhecem e  alimente o sentimento aos que por ela passaram, vivem ou viveram.






























Coimbra, velha cidade
De ruas medievais;
Do Penedo da Saudade
Onde tantos imortais
Poetas e trovadores,
Tiveram os seus amores
Nos tempos da mocidade…

Coimbra dos estudantes
E das tricanas bonitas,
Das noites inebriantes
Da tua Queima das Fitas…

Coimbra, cidade linda,
Foste sempre e és ainda
A cidade capital
Do amor em Portugal!

Tens na Fonte dos Amores
O amor simbolizado
Por D. Pedro e D. Inês
Num romance consagrado.

Rio Mondego, o Choupal,
O teu Jardim da Sereia
E a Escada Monumental
Junto à Universidade…
Fazem de ti, sem igual,
A mais bonita cidade!
Deste nosso Portugal!...

Coimbra de tradições,
Cidade-mãe de doutores
E da velha Universidade;
Fazes vibrar corações
Por tantas recordações,
Numa palavra…és saudade!

(autor desconhecido- retirado da net)






Imortalizada a canção de Coimbra no Grande cantor José Afonso:
E pelo guitarrista Carlos paredes uma música de António Portugal




E para a despedida um dos mais importantes nomes da Balada coimbrã, Fernando Machado Soares é intérprete e compositor desta maravilhosa Balada da Despedida.

Esta canción representa una salida para los estudiantes de Coimbra y la finalización de sus cursos y se canta en la Serenata monumental

Cette chanson représente un nouveau départ pour les étudiants de Coimbra et l'achèvement de leur cours et elle est chantée dans le Serenata monumentale

This song represents a departure for students of Coimbra and the completion of their courses and is sung in the monumental Serenata.

Questa canzone rappresenta una partenza per gli studenti di Coimbra e il completamento dei corsi, ed è cantata nella Serenata monumentale
 


 
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