Trees and forests are an integral part of the planning area.
La forêt est un élément durable de la structuration du territoire à composer quelques-uns des écosystèmes les plus riches en biodiversité et en intégrant le cycle de l'eau et de carbone.
Portugal se encuentra entre la más alta proporción de las áreas forestales y proporcional a la superficie en comparación con otros países europeos
La politica forestale dovrebbero riconoscere le vere ragioni per cui è necessario garantire un livello di investimenti in riforestazione e gestione forestale
Portugal proporcionalmente têm uma das maiores áreas de florestas proporcional e comparativamente à área de outros países Europeus, sendo o seu território ocupado por árvores autócnones e de múltiplas origens tendo o passado histórico grande peso nessa diversidade. A função estruturante do território e os benefícios ambientais no longo prazo são homólogos dos horizontes de investimento muito alargados e das baixas rendibilidades florestais. Pode dizer-se que a floresta gera benefícios que, em larga medida, se mantém externos à análise dos investimentos florestais. Porém, a introdução de algumas espécies como o eucalipto em busca do rendimento rápido veio adulterar a massa florestal e simultaneamente diminuir o equilibrio que o ecossistema exige, fazendo alguma aridez e pressupondo para os incêndios. A falta duma política florestal adequada tem posto a floresta em perigo.
Existe também um conjunto de factores que dificultam o investimento, multiplamente relacionados com as externalidades ambientais e sociais. Um factor chave do investimento florestal é a propriedade da terra. A grande fragmentação da propriedade dificulta o investimento porque as propriedades não têm dimensão adequada para serem geridas de forma rentável. Em muitos casos, a situação de registo e localização espacial das propriedades é precária. Outro factor chave é a maturidade e rendibilidade: horizontes de várias décadas e baixas rendibilidades geram o desinteresse dos investidores. Desde a primeira dinastia que o poder público reconhece os benefícios ambientais da floresta (D.Dinis pretendia, com o seu famoso pinhal, proteger terrenos agrícolas da invasão das areias litorais). O século XX não foi excepção uma vez que, mais ou menos explicitamente, os benefícios ambientais fazem parte da justificação do apoio público ao investimento. O problema do presente é que a participação pública no investimento não parece ser suficiente para o estimular. A política florestal deverá reconhecer as verdadeiras razões pelas quais é necessário garantir um nível de investimento na arborização e gestão florestal superior aos poucos e controversos milhares de hectares de arborização líquida anual de que hoje dispomos.
As medidas e o seu dispositivo de aplicação deverão utilizar e aumentar o a iniciativa existente (nos sectores público e privado), e a presença de todos os parceiros que são necessários à solução do problema:
- A iniciativa política de orientar os apoios ao investimento florestal para a detecção perspicaz e o apoio eficaz a iniciativas
- A iniciativa das autarquias locais porque o planeamento do território municipal, a estruturação da propriedade, a detecção de iniciativas ligadas ao desenvolvimento local e a necessidade de promover a boa gestão de uma parte significativa dos espaços florestais públicos e comunitários
- A iniciativa privada, criando novas soluções de investimento e de aproveitamento dos recursos florestais e aumentando a eficiência das actividades já existentes.
- A iniciativa de integração das políticas agrícola, de ambiente, de ordenamento do território e de conservação da natureza no âmbito florestal:
- A iniciativa dos técnicos e cientistas, nas áreas florestal, do ambiente, da economia e do direito

















